Lingua

A política linguística do goberno bipartito

sarilleCase todo o mundo concorda en que as principais iniciativas a prol do galego no último século débense ás forzas nacionalistas. Tamén se considera que se estas forzas deixasen de actuar, as demais tendencias desentenderíanse do problema. Por iso é importante coñecer a política do BNG, a principal organización nacionalista, porque así podemos medir as enerxías e comprender cales son os obxectivos que verdadeiramente se pretenden acadar. Imos analizar ese comportamento no goberno da Xunta de Galicia, xa que é a institución decisiva á hora de normalizar a lingua galega.-Un artigo de Xosé Manuel Sarille

Despois das eleccións autonómicas, o PSOE e o BNG pactaron un programa de goberno que recolle cinco eixes centrais de goberno. Un deles é a normalización da lingua galega.

Cruzamos a linha?

valentimfagimQuando durante séculos, os habitantes de um país não presenciam a sua língua nas bocas e nas mãos do poder, podemos concluir que nem existe país, nem língua. No seu lugar, uma rede vai-se desenhando por volta do próprio falar, aprisionando-o e marcando-lhe limites. No idioma da Galiza esta linha incontornável tem-se manifestado de três formas fundamentais e para cada uma delas o Sentido Comum (SC) tem elaborado máximas paralisadoras, aprimoradas geração após geração:.-Un artigo de Valentim Fagim

Limite 1: Há espaços sociais que a nossa língua não pode ocupar. Em 1870 era a poesia não folclórica, em 1951 as colunas dos jornais, hoje a TV por cabo. A formulação do SC (Sentido Comum) é "o galego serve para o que serve" às vezes seguida de "E na verdade não serve para muito".

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